• Erika Yamauti

Saiba como funciona a cozinha comunitária do MANF!

Por Erika Yamauti e Ricardo Kakeshita Imagine um espaço acolhedor, com toda infraestrutura e equipamentos, localizado em uma escola de educação infantil na zona Sul de São Paulo. Essa é a nova cozinha comunitária do Movimento Água no Feijão (MANF), instalada desde setembro no Centro Educacional Mater et Magistra.


A cozinha veio em boa hora, para garantir a continuidade do nosso trabalho até o final do ano. Desde 08 de maio, quando iniciamos a distribuição das 200 refeições diárias para a comunidade de Heliópolis, as refeições eram preparadas na cozinha do restaurante Aizomê, da chef Telma Shiraishi, instalado na Japan House São Paulo, mas em setembro, o restaurante anunciou que voltaria às atividades anteriores a pandemia.


Por esse motivo, os coordenadores do MANF, com destaque para Murilo Saito, coordenador de Relacionamento com Heliópolis, foram buscar alternativas. Dessa pesquisa, surgiu uma parceria com o colégio Mater et Magistra e uma cooperativa de cozinheiras de Heliópolis, a Cooperativa Ambrosia dos Sabores Solidários, e a partir de 07 de setembro começamos a produção das refeições com quatro cozinheiras da cooperativa.


Todas as cozinheiras são moradoras de Heliópolis e estavam sem emprego antes de serem contratadas para preparar as refeições. Agora elas trabalham de segunda a sábado, sob coordenação de Juraci Maria da Silva, mais conhecida como dona Jura, presidente da cooperativa, para produzir as 200 marmitas diárias para a comunidade, com muito capricho e cuidado, orientadas pela chef Telma Shiraishi. O trabalho tem sido tão bem recebido que foi até tema de matéria do jornal SPTV da rede Globo!


"Quando conhecemos as cozinheiras que seriam envolvidas no trabalho, ficamos muito satisfeitos em ver o comprometimento e o profissionalismo de cada uma delas. Sentimos muita gratidão por termos cruzado nossos caminhos, pois essa parceria está sendo muito positiva para o MANF, para a comunidade e para as próprias profissionais da cozinha. Graças ao esforço dos nossos voluntários, todos os obstáculos foram transpostos e agora temos refeições produzidas PELA comunidade e PARA a própria comunidade", aponta o coordenador geral do MANF, Ricardo Kakeshita.


"É uma enorme satisfação sabermos que essa tarefa, o coração de toda operação, está em boas mãos, e que pessoas muito boas, de corações gigantes e apaixonadas pelo que fazem estão assumindo essa responsabilidade com o nosso propósito, com todo o time de voluntariado, com as pessoas e as empresas que acreditam na nossa causa e com toda a comunidade beneficiada. É um orgulho enorme trabalhar ao lado dessas mulheres fantásticas que só agregam coisas boas ao Movimento", finaliza Kakeshita.




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